terça-feira, 16 de junho de 2009

Jornal O Estado de SP em PDF, Sábado, 13 de Junho de 2009

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Ahmadinejad e adversário reivindicam vitória em eleição no Irã: Segundo as últimas informações da comissão eleitoral do país, o presidente Mahmoud Ahmadinejad, que concorre à reeleição, estaria liderando a contagem de votos por uma margem de 65%, com cerca de 77% da urnas apuradas.
A vantagem fez com que a agência estatal iraniana Irna chegasse a declarar o atual presidente como vitorioso.

Pouco antes, no entanto, o reformista Mir Hossein Mousavi, principal candidato de oposição, disse, em coletiva de imprensa, ter vencido o pleito por uma ampla margem.

Mousavi também afirmou que houve irregularidades durante as eleições desta sexta-feira.

Apesar de os dados da comissão eleitoral indicarem uma grande vantagem de Ahmadinejad, o correspondente da BBC em Teerã, Jon Leyne, afirma que ainda é cedo para que ele seja considerado vitorioso.

Segundo ele, a maior parte dos votos apurados até o momento vem de áreas rurais, onde o atual presidente é bastante popular.

A votação nesta sexta-feira foi estendida por várias horas devido ao grande comparecimento de eleitores, no que vem sendo considerada uma das mais acirradas disputas da história do país.

Se nenhum dos candidatos conseguir a maioria absoluta dos votos nesta sexta-feira, os dois primeiros colocados disputarão um segundo turno já no próximo dia 19.

Além dos dois principais rivais, também estão na disputa o candidato conservador Mohsen Rezai e o reformista Mehdi Karroubi.

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Jornal O Estado de SP em PDF, Sexta, 12 de Junho de 2009

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Organização consultou países antes de declarar fase 6 para o vírus A(H1N1) e descartou gravidade da doença - Após cuidadoso acerto político, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou ontem que o mundo vive uma pandemia moderada da gripe suína, a primeira do século 21. Isso significa que há transmissão de casos em pelo menos duas regiões do mundo. Porém, em termos práticos, a OMS admite que não há nada novo que os governos possam fazer. A ordem é manter a vigilância e, para as pessoas, a recomendação é ter calma.

São 28,7 mil casos da doença em 74 países e 144 mortes. No Brasil, os casos confirmados subiram para 52. O Ministério da Saúde informou que nada muda no procedimento adotado (mais informações na pág. A15).

A própria OMS admite que a proliferação do vírus influenza A(H1N1) pode ocorrer por mais dois anos e a preocupação principal agora será o impacto nos países pobres. Segundo a organização, a disseminação de casos na América do Sul foi fundamental para a declaração do nível máximo de alerta, que varia de 1 a 6. Por enquanto, a pandemia - a primeira em 41 anos - não significa maior severidade do vírus, mas a constatação de que o problema é global.

Além da América do Norte, epicentro da crise, e de países sul-americanos, os casos na Europa e Austrália foram determinantes para declarar a pandemia. Os primeiros registros foram divulgados no final de abril pelo México (que manteve o alerta ontem) seguido dos EUA. Um dos acordos políticos feitos pela OMS com governos é que os países fora da América do Norte onde há novos surtos não seriam nomeados. "Não queremos penalizar países", diz Keiji Fukuda, vice-diretor da OMS.

Em 1968, quando a última pandemia ocorreu, 1 milhão de pessoas morreram. Já a gripe sazonal mata entre 250 mil e 500 mil pessoas por ano. Os dados iniciais coletados pela entidade apontam que a atual pandemia não é severa, por enquanto, e o vírus não tem alta taxa de letalidade. "Por enquanto, o que vemos é uma pandemia moderada", afirma Margaret Chan, diretora da OMS. Mas a grande preocupação é o que ocorrerá quando o vírus chegar à África ou continuar a se espalhar em regiões com sistemas de saúde precários, como a América do Sul.

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Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta, 11 de Junho de 2009

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O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) anunciou nesta quarta-feira a quarta redução consecutiva na taxa básica de juros. O corte foi novamente de 1 ponto percentual, o mesmo realizada na reunião anterior, o que levou a taxa Selic de 10,25% ao ano para 9,25% ao ano, abaixo das previsões do mercado.
Desde o final de 2003, no início do governo Lula, o BC não promovia uma sequência de cortes de juros dessa magnitude. E pela primeira vez, desde que a atual série é medida, os juros no Brasil ficam abaixo dos dois dígitos. Com isso, o juro real (taxa de juros nominal menos a inflação) fica entre 4% e 5% ao ano.

Além de manter a trajetória de queda, o Copom continuou o ritmo dos cortes. Em janeiro, foi de 13,75% para 12,75% (1 ponto). Em março, acelerou a redução, e a taxa caiu para 11,25% (1,5 ponto). No final de abril, porém, o corte foi menor, para 10,25% ao ano (1 ponto).

No mercado financeiro, a aposta era de um corte de 0,75 ponto percentual. Desde a última reunião, o BC vem indicando que iria dar continuidade ao processo de redução da taxa Selic, devido ao agravamento da crise econômica. Com leve sinais de melhora, porém, as reduções desaceleraram.

Agora, os diretores do BC só voltam a se reunir nos dias 21 e 22 de julho, quando deve haver um novo corte. De acordo com a pesquisa Focus, realizada pelo BC com o mercado financeiro, os economistas esperam queda para 9% --mesma previsão para o encerramento da Selic de 2009.

Crise e inflação
A decisão de baixar a Selic vem na esteira da crise econômica mundial, que atingiu o Brasil no último trimestre de 2008. Isso porque uma taxa de juros menor incentiva o consumo, o que leva a uma reativação da economia.

O ritmo da redução, entretanto, é calculado considerando vários dados, como inflação e PIB (Produto Interno Bruto), já que quanto menores os juros, maior a demanda de consumo, o que pode pressionar os preços para cima e gerar inflação.

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Revista Isto é | 17 de Junho 2009 | Ed. Nº 2066

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Reinvente-se a cada idade: Dos 15 aos 60, passamos por várias crises. Especialistas indicam como usá-las para se tornar uma pessoa melhor
Especial Voo 447: O complexo resgate em alto-mar
A busca da identificação: Começa a parte mais difícil. Uma força-tarefa tenta reconhecer os corpos e há grande expectativa sobre o que eles podem dizer do acidente

Na atmosfera do luto
Como um hotel no Rio irradiou a dor de familiares numa corrente solidária que envolveu toda a sociedade

Lula high tech
Cada vez mais conectado à era digital, o presidente cria blog do Planalto e lança perfi s no orkut e no Twitter

Sexo e exercícios contra a dor de cabeça
Os dois recursos ganham espaço na lista de recomendações para a prevenção de crises

Ciência
Macacos sentem remorso
Pesquisadores descobrem que animais se arrependem de alguns comportamentos e planejam acertos para o futuro

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Jornal O Estado de SP em PDF, Terça, 16 de Junho de 2009

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Chefes de Estado e de governo de Brasil, Rússia, Índia e China - os chamados Brics - realizam hoje, em Ecaterimburgo, na Rússia, a primeira reunião de cúpula dos grandes emergentes com dois objetivos precisos. O primeiro é oficial: coordenar ações em áreas como a reforma do sistema financeiro e da governança política mundial. O segundo não foi admitido por nenhum dos líderes reunidos: servir como contrapeso à reunião dos sete países mais ricos do mundo (G-7), que deve ocorrer de 8 a 11 de julho, em Áquila, na Itália.

Outro tema que cria expectativa são as discussões sobre a criação de uma moeda de reserva internacional ou o uso de moedas locais no comércio entre os países emergentes, como alternativa ao dólar. Segundo o ministro da Fazenda Guido Mantega a discussão sobre o o uso das moedas nacionais estará na pauta do encontro em Ecaterimburgo.

A cúpula será aberta na manhã de hoje na terceira maior cidade da Rússia, aos pés dos montes Urais, e terá a presença dos presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, da Rússia, Dmitri Medvedev, e da China, Hu Jintao, e do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh. Será a primeira vez que os líderes dos quatro grandes emergentes se reúnem, oficializando um grupo político cuja origem conceitual é creditada ao banco Goldman Sachs, que criou o acrônimo para designar as futuras potências econômicas mundiais.

E é dessa forma que os quatro líderes pretendem ser vistos hoje. Detentores de 15% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, de 15% do comércio internacional, de 40% da população e de 25% das terras habitáveis do planeta, o grupo deseja pesar mais no campo político. Daí o jogo de bastidores com o G-7, o clube dos países mais ricos, expresso em manifestações como a do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, na sexta-feira, em Paris: "O G-8 (G-7 mais a Rússia) morreu".

Obs: Assim que chegar do trabalho, se Deus permitir, estarei postando as edições dos dias 12, 13, 14 e 15 de junho.

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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Enquanto isso em Coritiba

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O Flamengo sofre da 'síndrome de Curitiba' no Campeonato Brasileiro. Acumula péssimos resultados contra Atlético-PR, Coritiba e Paraná, fora de casa. Os números são surpreendentes. Em partidas que não detém o mando de campo, o aproveitamento do clube da Gávea é de pífios 25,64% (assista ao vídeo abaixo dos melhores momentos de Coritiba 5 x 0 Flamengo)





Revista Veja | 17 de Junho 2009 | Edição Nº 2117

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As primeiras vítimas resgatadas do mar têm agora uma última e nobre missão: fornecer, através do exame de seus corpos por especialistas, informações preciosas sobre o que causou a tragédia.
Sucessão | Lula quer a eleição plebiscitária;
A estratégia é levar os eleitores a dizer com o voto se aprovam ou não seu governo. O que está sendo chamado de eleição plebiscitária.

Entrevista
A vitória é estar vivo!
Rudolph Giuliani, o prefeito que derrotou o crime em Nova York, conta como lutar contra o câncer mudou sua forma de ver a vida. Fiquei mais forte emocionalmente.

Crise | Queda do PIB brasileiro não assusta
Depois de cinco anos de crescimento, país sente o contágio externo e sofre contração econômica. Dessa vez, no entanto, a recessão não assusta.

Educação
Ensinar é uma guerra
Alunos desmotivados, indisciplinados e violência. São dificuldades enfrentadas por professores no país. E mais uma vez o maior prejudicado é o próprio ensino.

Europa | Vitória eleitoral da direita
Os europeus, que foram às urnas para as eleições do Parlamento da União Europeia, escolheram a direita para livrá-los da crise econômica.

Gay Talese
O jornalismo está vivo.
As pessoas esquecem que os jornais vão
e vêm. O jornalismo, não. Vamos sempre precisar de informação. Para administrar um negócio ou vender ingressos de teatro.

Sociedade | Cada embrião, uma sentença
Descartá-los, doá-los, abandoná-los, guardá-los: o que fazer com os embriões excedentes dos tratamentos de fertilização in vitro?

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domingo, 14 de junho de 2009

Originais

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Assassinaram o Camarão - Os Originais do Samba

Elza Soares e Miltinho | Elza, Miltinho e Samba (1967)

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Esta é Elza Soares & Miltinho - Elza, Miltinho e Samba (1967), para a Odeon, com arranjos de Maestro Orlando Silveira apoiado pelo Maestro Nelsinho e Lyrio Panicalli. Músicos nesta sessão não foram creditados pela Odeon, mesmo quando ela foi incluída no conjunto Elza Soares caixa liberada pela EMI Odeon em 2003. Faixas incluem:


Elza Soares e Miltinho | Elza, Miltinho e Samba (1967)






FAIXAS:
01 - Com Que Roupa (Noel Rosa) Se Você Jurar (Ismael Silva / Nilton Bastos / Francisco Alves)
02 - Beijo na Boca (Ciro de Souza / Augusto Garcez) Requebre Que Eu Dou Um Doce (Dorival Caymmi) Tem Que Ter (Túlio Piva)
03 - Boogie-woogie na Favela (Denis Brean) Bonitão (Marino Pinto / Mário Rossi) Eu Quero Um Samba (Haroldo Barbosa / Janet de Almeida) Pourquoi (Essa Nega Sem Sandália) (Caco Velho / Jadir de Castro)
04 - Se Você Visse (Horondino Silva "Dino" / Del Loro) featuring MILTINHO
05 - Todo Dia É Dia (Zuzuca / Benedito Reis) featuring ELZA SOARES
06 - Enlouqueci (Luis Soberano / Waldomiro Pereira / João Sales) Fica Doido Varrido (Eratóstenes Frazão / Benedito Lacerda) Obsessão (Mirabeau / Milton de Oliveira) Só Eu Sei (Henrique de Almeida / Nelson Trigueiro / Milton de Oliveira) É Bom Parar (Rubens Soares) Calado Venci (Ataulfo Alves / Herivelto Martins) Vai Que Depois Eu Vou (Zé da Zilda / Airton Borges / Adolfo Macedo) Já Vai (Rubens Campos / Duba)
07 - Mal de Amor (Raul Sampaio / Benil Santos) featuring MILTINHO
08 - Antonico (Ismael Silva) featuring ELZA SOARES
09 - Louco de Saudade (Denis Brean) featuring MILTINHO

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Diário El Pais 14 Junio 2009

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La victoria de Ahmadineyad desata violentas protestas en Teherán
La victoria electoral del ultraconservador Mahmud Ahmadineyad como presidente de Irán desató ayer una oleada de protestas en Teherán. La revuelta mostraba la profunda desconfianza de los reformistas hacia Ahmadineyad, a quien el Ministerio del Interior atribuye el 62,63% de los votos, frente a un 33,75% de su principal rival, el moderado Mir Hosein Musaví.


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